Ela está apenas no terceiro período de aulas do curso de Psicologia, mas já é conhecida em todo o câmpus da universidade. Não apenas por ser uma das alunas mais idosas, mas também por ser uma das mais aplicadas. “Disseram que já tiveram alunos na faixa dos 70, mas na faixa dos 80 eu seria a primeira”, diverte-se Esperança Negrão. As limitações comuns à idade não afetam a vontade de continuar e aprender sempre mais. A universitária também reclama de outras limitações, como problemas circulatórios e de esquecimento. Mas nada a impede de seguir em frente. Colaboram para isso o carinho do esposo, dos cinco filhos, 15 netos e das duas bisnetas. “Todos me dão apoio. Mas veja como eu sou teimosa: se não me dessem apoio, eu também continuaria. Basta querer e vencer.” Universitária aos 81 anos
Ela está apenas no terceiro período de aulas do curso de Psicologia, mas já é conhecida em todo o câmpus da universidade. Não apenas por ser uma das alunas mais idosas, mas também por ser uma das mais aplicadas. “Disseram que já tiveram alunos na faixa dos 70, mas na faixa dos 80 eu seria a primeira”, diverte-se Esperança Negrão. As limitações comuns à idade não afetam a vontade de continuar e aprender sempre mais. A universitária também reclama de outras limitações, como problemas circulatórios e de esquecimento. Mas nada a impede de seguir em frente. Colaboram para isso o carinho do esposo, dos cinco filhos, 15 netos e das duas bisnetas. “Todos me dão apoio. Mas veja como eu sou teimosa: se não me dessem apoio, eu também continuaria. Basta querer e vencer.”