Lauro Rodrigues da Costa Neto, ex-funcionário da Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná), celebrou um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC) com o Ministério Público do Paraná (MPPR) em que confessa ter sido funcionário “fantasma” — ou seja, recebia remuneração sem a efetiva prestação dos serviços, entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025.
Conforme o MP, Lauro ocupava um cargo comissionado com atribuições voltadas à articulação institucional junto aos municípios do estado. Ele recebia cerca de R$ 17 mil por mês.
As apurações apontaram que o investigado deixou de desempenhar as funções de forma efetiva e não apresentou relatórios ou elementos que comprovassem o trabalho, resultando no encerramento do vínculo funcional.
A conduta foi então enquadrada como ato de improbidade administrativa com enriquecimento ilícito, violando os princípios da legalidade, moralidade, eficiência e lealdade às instituições. " LEIA MAIS "