A Polícia Federal (PF) encontrou, em documentos de uma auditoria interna do BRB, o pagamento de R$ 33 milhões pelo Banco Master, em 2024, ao escritório da advogada Dalide Corrêa, ex-braço direito do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. A informação é do jornal O Estadão.
O nome da advogada aparece ainda, segundo o jornal, em diálogos de diretores do banco de Daniel Vorcaro como “canal direto com o STF”.
Dalide foi diretora do IDP, instituição fundada por Gilmar. Os dois se afastaram em 2017, após, de acordo com bastidores, desentendimentos na gestão do instituto. A advogada conheceu o ministro quando ele era advogado-geral da União (AGU) no governo de FHC, período em que ela cuidava do jurídico da Caixa. " LEIA MAIS "