Processos eleitorais se arrastam pelos tribunais

No total, 3.748 processos eleitorais foram julgados no Paraná. 
O número diz respeito aos casos que envolvem pedido de recurso registrado no TRE-PR, sem considerar os que estão em primeira instância. 
Grande parte envolve ocorrências de propaganda irregular, impugnação de pesquisas eleitorais e deferimento de registros de candidatura e por improbidade administrativa. 
O maior volume de casos se concentrou entre os meses de agosto, setembro e outubro, quando as campanhas foram mais intensas. 
Os eleitores de Maringá ainda aguardam uma definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a situação do prefeito eleito, Carlos Roberto Pupin (PP). Ele teve a candidatura barrada pelo TRE-PR, que o considerou inelegível por ter substituído o prefeito Silvio Barros (PP) seis meses antes da eleição, como vice-prefeito. No início de outubro, o ministro Marco Aurélio deferiu a candidatura de Pupin. Porém, a pedido da coligação adversária, o caso irá para julgamento no plenário. Mas ainda não está definido o quadro. Como o prazo para a diplomação dos eleitos é 19 de dezembro, a previsão do TSE é que até lá todos os casos sejam julgados. Pupin foi procurado pela reportagem, mas a assessoria do prefeito eleito informou que ele não irá se pronunciar sobre o assunto. (Gazatadopovo)