Políticas & Polêmicas


Terminado as eleições 2012 em Maringá, é normal nos grupos políticos de vencedores ou perdedores enfrentar problemas internos com suas militâncias.
Candidatos eleitos e derrotados necessitam de um tempo para novamente se ajeitar dentro de um novo planejamento, pensando no futuro de seus aliados.
Pra quem venceu as eleições majoritárias a posição é mais tranquila, digamos, para acomodar o seu povo, mas este também enfrenta dificuldades, já que em Maringá com o segundo turno, o apoio fez gerar muitos compromissos de campanha, e muita gente está na expectativa de empregos públicos a partir de 2013.
A 60 dias de uma nova administração Pupin, o que se ouve são muitos comentários de insatisfeitos, que acreditam não ser possível a acomodação de todos os que esperam e almejam os cargos nesta administração.
Neste meio tempo, as especulações correm contra o relógio e as baixas e mudanças nos partidos políticos começam a acontecer de forma natural. 
A verdade, que a política polarizada deixou Maringá numa situação mais difícil a partir de 2012, que nunca antes na história do Município, já que Iraclésia (DEM), Batsita (PMN), Quinteiro (PSB) e outros se uniram com o grupo de Ricardo Barros (PP), transparecendo ao eleitor e as militâncias que daqui pra frente esta será uma situação definitiva.
E pior que acomodar os seus pupilos, vai ser o acerto destes dois grupos para as eleições legislativas de 2014, onde candidatos a deputados estaduais e federais irão enfrentar espaço definitivamente pequeno para uma formação a contento:
1-No grupo de Ênio Verri (PT)  deputado estadual, terá o deputado federal Arruda (PSC) entre outros.
2-No grupo de Ricardo Barros (PP) terá os candidatos: Cida Barros (PP), Sílvio Barros (PP), Batista (PMN), Quinteiro (PSB), Evandro Junior (PSDB), Iraclésia (DEM), Nishimori (PSDB), Balbinotti (PMDB) entre outros.
Fica a dica para novos nomes que deverão surgir como renovação na política de Maringá e região.