Até mesmo a diretoria admite que o confronto desta quarta-feira é realmente uma decisão e que um tropeço pode significar a queda. "Temos um jogo com o Bahia, um divisor de águas. É o momento de somarmos forças e entendermos que nossas possibilidades passam por esse jogo", disse o gerente de futebol do clube, César Sampaio.
Mas a vida do Palmeiras não será nada fácil. Pelo contrário. Além de todas as dificuldades técnicas da equipe - seja pela qualidade de alguns atletas ou pelos desfalques -, o maior adversário nesse momento é o fator psicológico. "Não dá para dormir. Você fica pensando nesse momento ruim, nem eu nem minha família dormimos direito", admitiu Maurício Ramos.
Em meio a tudo isso, o técnico Gilson Kleina quebra a cabeça para montar o time. Dessa vez, ele não conta com o lateral-esquerdo Juninho e o zagueiro Thiago Heleno, ambos suspensos, além de Valdivia, Correa e Maikon Leite, todos machucados.