Um vídeo " ANTI-ISLÃ "
publicado no YouTube que motivou protestos violentos no mundo árabe, um cartum retratando Adão e Eva removido do Facebook por violar diretrizes antinudez e um livro eletrônico cujo título foi censurado na loja virtual da Apple por conter a palavra vagina reavivaram o debate sobre liberdade de expressão na internet nas últimas semanas.
A coisa ficou tão séria que já tem prêmio do mundo árabe pela cabeça do diretor do filme.