A disputa pelo governo do Paraná nas eleições de outubro terá a marca da “traição”.
Pelo menos três legendas, apesar de declararem oficialmente apoio a determinado candidato, terão lideranças filiados trabalhando pelos adversários nos bastidores. Este é o caso do PP, DEM e PMDB.
Se depender da vontade do diretório estadual, mais especificamente do seu presidente, deputado Ricardo Barros, o PP deve subir no palanque do candidato pedetista ao Palácio das Araucárias, senador Osmar Dias.
Barros tem interesse direto na candidatura de Dias ao governo, já que pretende disputar cadeira no Senado e assim teria menos um adversário de peso na disputa.
Assim, a tendência é que o principal cacique da legenda no Estado articule os correligionários para fechar com o PDT.
Porém, um grupo do PP em Curitiba – capitaneado pelo deputado estadual Ney Leprevost – tem grande simpatia pelo projeto governamental do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB).
