Desde que chegou ao poder, há sete anos, o Partido dos Trabalhadores tem duas faces. Formado por diversas correntes, da minoria de extrema esquerda à maioria de centro-esquerda, o PT pratica uma política conservadora de governo, apesar de eventualmente expor algumas ideias consideradas radicais em seus documentos internos. Graças ao pragmatismo sustentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 2003, propostas como o “controle social” – leia-se censura – da mídia, a reestatização de empresas privatizadas e o uso de plebiscitos para driblar o Congresso nem eram mais levadas a sério quando apareciam em papéis discutidos no PT. Agora, prestes a lançar oficialmente a candidatura da ministra Dilma Rousseff à Presidência da República, isso começa a mudar. A Dilma e o PT
Desde que chegou ao poder, há sete anos, o Partido dos Trabalhadores tem duas faces. Formado por diversas correntes, da minoria de extrema esquerda à maioria de centro-esquerda, o PT pratica uma política conservadora de governo, apesar de eventualmente expor algumas ideias consideradas radicais em seus documentos internos. Graças ao pragmatismo sustentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 2003, propostas como o “controle social” – leia-se censura – da mídia, a reestatização de empresas privatizadas e o uso de plebiscitos para driblar o Congresso nem eram mais levadas a sério quando apareciam em papéis discutidos no PT. Agora, prestes a lançar oficialmente a candidatura da ministra Dilma Rousseff à Presidência da República, isso começa a mudar.