Petistas disfarçados de juristas entram com pedido de impeachment contra Richa

Um grupo de juristas e professores universitários entregou na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta segunda-feira (25), um pedido de impeachment do governador do estado, Beto Richa (PSDB). Segundo os organizadores, o governador é responsável pelo confronto entre policiais e manifestantes, que deixou mais de 200 pessoas feridas, no dia 29 de abril deste ano. A petição pelo impeachment do governador foi divulgada pela internet e recebeu mais de 6,2 mil assinaturas a favor da cassação do mandato do governador. O pedido deve ser analisado pela secretaria-geral da Alep, antes de seguir os trâmites dentro da Casa. Os funcionários do setor vão avaliar juridicamente a procedência do pedido.

Um comentário:

Anônimo disse...

Suspensão de vestibulares na UEM, UEPG, UEL e por ai vai.

Estão fechando a educação, matando o futuro.

Este governo está desorganizando toda a sociedade paranaense, desestruturando todos os planejamentos, jogando na lata do lixo o sonho e o esforço de muitos jovens.

E os deputados ficam assistindo passivamente a esta desordem.

Este verme do Beto Richa já é o pior governador do Paraná de todos os tempos, e esta legislatura faz companhia a ele.

Se eu tivesse o desprazer de ter um encontro pessoal, por mais casual que seja, com este Beto Richa, com a sua esposa ou qualquer deputado estadual que seja eu acho que a coisa não ia prestar, com certeza eu sairia da razão e teria uma atitude que foge dos meus princípios, que não é do meu perfil e que vai contra tudo aquilo que eu prego, porque tenho sangue que corre nas veias e não aguento mais ver tanta putaria, tanta sacanagem e pouca vergonha.

Bem que o povo paranaense tem comentado que não se vê mais deputado, secretario ou o governador nas cidades do interior do Paraná. E é bom que isto continue assim, para o bem de todos, em especial para o simples homem do povo, pois do contrário algum bom cidadão, um honesto e inocente Pai de família pode se tornar um presidiário, em decorrência de uma ação praticada no fervo, na raiva e revolta consequente da atual situação.