S.O.S. Brasil

Num quadro em que a aprovação da mandatária despenca para 13% e a rejeição salta para 62% –aproximando-se das piores avaliações já medidas–, a própria autoridade presidencial se esgarça. Uma chefe do Executivo isolada e enfraquecida, mas com 45 meses de governo à frente, não traz bons presságios para a difícil travessia que a economia nacional inicia.

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