Setrans começa vistoria em táxis do município nesta segunda-feira (23)

A Secretaria de Trânsito e Segurança (Setrans) começa nesta segunda-feira (23), a vistoria anual dos veículos utilizados no serviço de táxi em Maringá. A ação segue até sexta-feira (27) e o principal objetivo é verificar os itens de segurança, conforto e higiene no transporte de passageiros. Em decorrência disso, a fiscalização é permanente e a vistoria é anual.
Todos os itens vistoriados nos veículos visam proporcionar um serviço de qualidade aos usuários. O automóvel deve estar em excelente estado de conservação e ter menos de 10 anos de fabricação. O táxi aprovado vai receber o selo de vistoria, que será fixado no canto inferior do para-brisas dianteiro. É previsto que 180 táxis passem pela vistoria. A inspeção ocorre das 8 horas às 11h30 e das 13h30 às 17h30, de acordo com o cronograma estabelecido pela secretaria. 

Em caso de irregularidade, o titular será notificado para realizar a regularização e uma nova vistoria será agendada. Se não houver a regularização nesse novo encontro, além de não receber o selo de aprovação, o veículo ficará impedido de exercer o serviço de transporte de pessoas e sujeitará o titular da concessão a multa e outras penalidades previstas na legislação. “É importante que os usuários de táxi exijam sempre o selo de vistoria ao utilizar o serviço, pois é a garantia de que o veículo está devidamente cadastrado e regularizado”, pontua o secretário da Setrans, Ideval de Oliveira. O selo garante o oferecimento de seguro de vida, além de comprovar idoneidade e qualificação do motorista para a execução do serviço. Todos os veículos utilizados no serviço de táxi são identificados por um número afixado na parte traseira do automóvel. Qualquer irregularidade, conduta inadequada ou indício de transporte clandestino, deverá ser denunciado através do telefone 156 ou diretamente na secretaria através do telefone (44) 3221-8500. “É importante que os usuários se atentem, pois há casos em que a central de táxi encaminha um veículo não oficial para fazer o transporte: sem taxímetro, sem placa vermelha, sem selo ou identificação. Isso caracteriza um táxi clandestino”, destaca o gerente de transportes da Setrans, Heitor Gervásio Frares.

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